Microsserviços e Outros Padrões de Arquitetura de Software

Desde que a Uber, Netflix e outras grandes empresas começaram a publicar as vantagens econômicas de produtividade e escalabilidade da adoção do padrão de microsserviços, este estilo arquitetural começam a ganhar muita atenção da comunidade técnica de TI. E isso ganhou ainda mais força com a publicação de um artigo de James Lewis e Martin Fowler sobre o tema.

Ao mesmo tempo, existe ainda muita confusão sobre este estilo, que é confundido com a criação de APIs, SOA ou ESB. Algumas distinções importantes incluem:

  • Cada microsserviço possui o seu próprio banco de dados;
  • Serviços trocam informações através de chamadas REST ou filas de mensagens; (e não através de protocolos WS-* ou com acesso ao banco de dados do serviço vizinho)
  • Não existe a figura de barramentos do tipo ESB (Enterprise Service Bus);
  • A governança dos serviços é executável, fornecida por ambientes de PAAS tais com o Azure ServiceFabric, Netflix OSS, CA API Gateway ou Pivotal Cloud Foundry.

Para ajudar a lançar luz sobre o tema e reduzir esta confusão, a Safari anunciou um minilivro gratuito sobre o tema de padrões de arquitetura de software do arquiteto Mark Richards. É um livro de leitura fácil e que possui figuras simples que permitem conhecer este padrão de microsserviços e também outros estilos arquiteturais tais como o estilo em camadas, baseado em eventos, microkernel e baseado em espaços (cloud architectures).

E, para aqueles que estão muito ocupados no momento para ler o livro, republico aqui a tabela final do livro com um comparativo das forças e fraquezas do padrões ao longo de seis critérios de análise.

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